Minha poesia transpõe montanhas Alcança o abraço eterno do Redentor Resvala-se nas ondas Corre calçadas, sobe morros Encontra lugar na Loucura, no surto que Alimenta o eu Transgressor, inquieto, Onírico Resta-lhe o mar que deságua dos olhos, Restam-lhe as lágrimas que quebram na areia E lavam corpo e alma com Suas verdades e seus devaneios